sábado, 10 de setembro de 2011

Quintana, sempre...

Do Amoroso Esquecimento

Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Do desespero de sentir

Como fugir daquilo que não queremos sentir? Daquilo que não queremos lembrar?

Parece, na maioria das vezes, que o próprio organismo não deixa, que transforma em dor física tudo aquilo que tentamos esconder no fundo da alma pra tentar sobreviver.

E dói, de verdade, como um câncer se espalhando, como um inevitável ataque cardíaco, que contorce o peito.

E, de tudo isso, o que se ganha? Um lembrete constante de algo que só se quer esquecer.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Dia de sentir saudades...

Seria um dia triste, se uma vez não tivesse sido um dia especial, de festa e de alegria...
Mas como a vida nos prega peças, agora é um dia de sentir saudades.
Saudades, daquelas que nunca mais serão mitigadas, suavizadas ou acabadas... serão saudades enquanto ainda estiver por aqui!

sábado, 16 de julho de 2011

Como é estranho...

Como é estranho viver sem você estar mais aqui...
Há horas em que já é natural, afinal eu devia me acostumar em algum ponto no decorrer de todos esses anos. Mas a falta me alcança e consegue fazê-lo nas horas mas inusitadas. Eu simplesmente pensei em algo e todo nosso passado voltou em um segundo.
É tão difícil amar para sempre alguém que nunca mais poderá estar lá.
Sinto sua falta, querida. Uma falta enorme que nunca poderei dar um jeito...
Aproveite o céu por mim: você, eu sei, merece!

terça-feira, 5 de julho de 2011

De Simone de Beauvoir

Não se pode escrever nada com indiferença.

domingo, 3 de julho de 2011

O que acontece?

O que acontece por dentro? Por que não controlamos o que se passa lá no meio das sinapses e tornamos tudo mais simples? Complexidade é interessante, mas há coisas que merecem a pura simplicidade...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Quando um livro termina...

... é como ver um amigo indo embora depois de uma longa (ou curta) visita. Você se acostuma a tê-lo por perto, a conversar até altas horas, a dividir recordações, sensações e sentimentos. Mas como toda visita acaba, fica um vazio no peito e uma imensidão de pensamentos perdidos na mente pulando de um lado para o outro e querendo atenção. Você não sabe mais o que pensa primeiro, o que sente primeiro e, mesmo, se há alguma ordem para isso. Fica-se, então, na espera da próxima visita...