
terça-feira, 5 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
O que acontece?
O que acontece por dentro? Por que não controlamos o que se passa lá no meio das sinapses e tornamos tudo mais simples? Complexidade é interessante, mas há coisas que merecem a pura simplicidade...
quarta-feira, 30 de março de 2011
Quando um livro termina...
... é como ver um amigo indo embora depois de uma longa (ou curta) visita. Você se acostuma a tê-lo por perto, a conversar até altas horas, a dividir recordações, sensações e sentimentos. Mas como toda visita acaba, fica um vazio no peito e uma imensidão de pensamentos perdidos na mente pulando de um lado para o outro e querendo atenção. Você não sabe mais o que pensa primeiro, o que sente primeiro e, mesmo, se há alguma ordem para isso. Fica-se, então, na espera da próxima visita...
terça-feira, 29 de março de 2011
Quintana - de novo!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Quintana
Ah! Os relógios
Amigos, não consultem os relógios quando um dia eu me for de vossas vidas em seus fúteis problemas tão perdidas que até parecem mais uns necrológios... Porque o tempo é uma invenção da morte: não o conhece a vida - a verdadeira - em que basta um momento de poesia para nos dar a eternidade inteira. Inteira, sim, porque essa vida eterna somente por si mesma é dividida não cabe, a cada qual, uma porção. E os Anjos entreolham-se espantados quando alguém - ao voltar a si da vida - acaso lhes indaga que horas são... Mário Quintana - A cor do invisível
Há quanto tempo...

Como o tempo passa! Corremos, suamos, enlouquecemos e acabamos por não percebê-lo.
No fundo não passamos de meros vassalos em luta, tentando encaixar todas as loucuras de nossas mentes naquele intervalo exíguo entre os ponteiros. Mas o que somos frente a esse senhor?
O que mais dizer? O tempo passa, mas eu continuava fugindo de mim mesma e, assim, mais fácil ainda foi me perder: encha a mente com o imediato e pronto!
Não foi apenas um dia a fazer diferença, foram dias e mais dias de uma ausência que acredito construi algo de novo dentro de mim.
Espero estar de volta, com algo para pensar e energia para lutar, mesmo que quichotescamente!
No fundo não passamos de meros vassalos em luta, tentando encaixar todas as loucuras de nossas mentes naquele intervalo exíguo entre os ponteiros. Mas o que somos frente a esse senhor?
O que mais dizer? O tempo passa, mas eu continuava fugindo de mim mesma e, assim, mais fácil ainda foi me perder: encha a mente com o imediato e pronto!
Não foi apenas um dia a fazer diferença, foram dias e mais dias de uma ausência que acredito construi algo de novo dentro de mim.
Espero estar de volta, com algo para pensar e energia para lutar, mesmo que quichotescamente!
domingo, 22 de novembro de 2009
Como se esconder de si mesmo
Nem sei como começar, a ferrugem tomou as engrenagens de meu cérebro e o pó toldou minha visão. Assim fiquei por deixar passarem meses desde minha última aparição por aqui, meses em que me neguei em pensar com clareza, meses em que não tive forças de ver meus sentimentos tomarem o corpo de palavras.
Por vezes diversas, a dor de admitir que nem tudo pode continuar como está é uma perspectiva tão insuportável que faz com que consigamos nos esconder de nós mesmos. Mas como se nosso tumulto interior é aquele que nos acompanha ininterruptamente?
Sei lá... São anos de luta contra essa mesma tendência e ainda caio nela com tanta facilidade que nem acredito quando volto a mexer essas engrenagens e tiro toda essa poeira do caminho.
É como uma cegueira ou uma surdez da qual não nos damos conta, daquelas que se espalham aos poucos, e vamos convivendo com ela, nos adaptando a ela de tal forma que fica difícil discernir o que estamos deixando passar, o que estamos perdendo.
Mas estou aqui de volta, não sei por quanto tempo e nem tenho certeza de em qual estado. Talvez o simples fato de formar algumas frases seja o deslumbre de uma chance de sair da zona de conforto e voltar a pensar...
Por vezes diversas, a dor de admitir que nem tudo pode continuar como está é uma perspectiva tão insuportável que faz com que consigamos nos esconder de nós mesmos. Mas como se nosso tumulto interior é aquele que nos acompanha ininterruptamente?
Sei lá... São anos de luta contra essa mesma tendência e ainda caio nela com tanta facilidade que nem acredito quando volto a mexer essas engrenagens e tiro toda essa poeira do caminho.
É como uma cegueira ou uma surdez da qual não nos damos conta, daquelas que se espalham aos poucos, e vamos convivendo com ela, nos adaptando a ela de tal forma que fica difícil discernir o que estamos deixando passar, o que estamos perdendo.
Mas estou aqui de volta, não sei por quanto tempo e nem tenho certeza de em qual estado. Talvez o simples fato de formar algumas frases seja o deslumbre de uma chance de sair da zona de conforto e voltar a pensar...
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